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Ioga

9 set

Quando estava lendo o livro Comer, Rezar, Amar, me deparei com esses trechos sobre ioga.

O livro tem seus pontos altos e baixos, tem os momentos de enfadonho, mas tem também seus momentos de reflexão…

Acho ioga bem interessante, nunca pratiquei_ ainda_ e achei o trecho abaixo bem legal…

“_ Por quê a gente pratica ioga?_ ele tornou a perguntar. _Será que é para ficarmos um pouco mais flexíveis do que os outros? Ou será que existe algum propósito maior?

Yoga, sem sânscrito, pode ser traduzido como “união”. (…) A tarefa do ioga é encontrar união_ entre mente e corpo, entre o indivíduo e seus Deus, entre nossos pensamentos e a origem de nossos pensamentos, entre professor e aluno, e até mesmo entre nós e nossos semelhantes às vezes tão pouco flexíveis.

(…) Mas ioga também pode significar tentar encontrar Deus por meio da meditação, por meio do estudo erudito, por meio da prática do silêncio, por meio do serviço da devoção, ou por meio de um mantra_ a repetição de palavras sagradas em sânscrito. (…) ioga não é sinônimo de hinduísmo. (…) O verdadeiro ioga não compete com nenhuma religião, nem a exclui. Você pode usar o seu ioga_ as suas práticas disciplinadas de união sagrada_ para se aproximar de Krishna, Jesus, Maomé, Buda ou Javé. (…)

O caminho do ioga consiste em desatar os nós inerentes à condição humana, algo que definirei aqui, de forma extremamente simplificada, como a desoladora incapacidade de sustentar o contentamento. Ao longo dos séculos, diferentes escolas de pensamento encontraram explicações diferentes para o estado de aparente falha inerente do ser humano. Os taoistas chamam-no de desequilíbrio; o budismo, de ignorância; o islamismo põe a culpa de nosso pesar na rebelião contra Deus; e a tradição judaico-cristã atribui todo o nosso sofrimento ao pecado original. Os freudianos afirmam que a infelicidade é o resultado inevitável de u embate entre nossas pulsões naturais e as necessidades da civilização. (…) Os iogues, no entanto, dizem que o descontentamento humano é um simples caso de identidade equivocada. Nós somos infelizes porque achamos que somos meros indivíduos, sozinhos com nossos medos e falhas, com nosso ressentimento e nossa mortalidade. Acreditamos equivocadamente que nossos pequenos e limitados egos constituem toda a nossa natureza. Não conseguimos reconhecer nossa natureza divina mais profunda. Não percebemos que, em algum lugar dentro de todos nós, existe um Eu supremo que está eternamente em paz. Esse Eu supemo é a nossa verdadeira identidade, universal e divina. Se você não perceber essa verdade, dizem os iogues, estará sempre desesperado, idéia expressa de forma inteligente na seguinte frase irritada do filósofo estoico grego Epíteto: “Você leva Deus dentro de si, seu pobre desgraçado, e não sabe disso”.

Ioga é o esforço que uma pessoa faz para vivenciar pessoalmente a sua divindade, e em seguida para sustentar essa experiência para sempre. Ioga é  domínio de si e esforço dedicado a desviar a atençao de reflexões intermináveis sobre o passado e preocupações infindáveis com o futuro para, em vez disso, conseguir buscar um lugar de eterna presença, de onde se possa olhar com tranquilidade para si mesmo e para o mundo ao redor. Somente dessa perspectiva de equilíbrio da mente é que a verdadeira natureza do mundo (e de você próprio) lhe será revelada. Os verdadeiros iogues, de sua posição de equanimidade, veem este mundo todo como a mesma manifestação da energia criativa de Deus_ homens, mulheres, crianças, nabos, piolhos, corais: tudo isso é Deus disfarçado. Mas os iogues acreditam que a vida humana é uma oportunidade muito especial, pois somente na foma humana, e somente com uma mente humana, é que a percepção de Deus pode ocorrer. Os nabos, os piolhos, os carais_ eles nunca têm a oportunidade de descobrir quem realmente são. Mas nós temos essa oportunidade.

“Nosso propósito nesta vida, portanto”, escreveu Santo Agostinho, ele próprio um pouco iogue, “é recuperar a saúde do olhos do coração através do qual se pode ver Deus.”

Assim como todas as grandes idéias filosóficas, essa é simples de entender, mas praticamente impossível de absorver. Tudo bem_ então somos todos um, e a divindade habita todos nós igualmente. Sem problemas. Entendido. Mas, agora, tente viver de acordo com isso. Tente pôr essa compreensão em prática 24 horas por dia. Não é tão fácil. E é por isso que, na Índia, parte-se do princípio de que você precisa de um instrutor para o seu ioga. A menos que você tenha nascido um daqueles raros santos de brilho incomum, que já vêm ao mundo inteiramente despertos, vai precisar de um guia em sua jornada rumo à iluminação. Se tiver sorte suficiente, encontrará um Guru vivo. (…)

Um grande iogue é qualquer pessoa que tenha alcançado o estado permanente de júbilo iluminado. Um Guru é um grande iogue capaz de transmitir esse estado para outras pessoas. (…)”

Comer, Rezar, Amar de Elizabeth Gilbert

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Mais leituras…

30 ago

Esse ano têm sido bem produtivo no quesito leituras… acho que por estar na etapa final do mestrado voltei a ler mais livros “normais”, vamos dizer assim, e não só artigos científicos e livros técnicos.

Bem, por influência do marido que adorou essa série, li os cinco livros da série O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams.  Os livros contam as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect (um E.T. disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário). A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena.  Douglas Adams cria vários mundos bizarros e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos e de nós mesmos. É um livro bem diferente, divertido e interessante. Mas não fica na minha lista de TopTop.

Depois li o primeiro dos treze livros da série Desventuras em Série, Mau Começo, escrita por Lemony Snicket (heterônimo de Daniel Handler) que narra a história de três crianças recém-órfãs que sofrem terríveis incidentes e vão se encontrando com pessoas desagradáveis que querem capturá-las para roubar a herança deixada por seus pais. A série narra a vida dos três irmãos Baudelaire: Violet, Klaus e Sunny, desde o momento em que as crianças são avisadas que seus pais faleceram em um terrível incêndio que ocorreu em sua mansão, destruindo-a. Em cada livro as crianças são levadas a tutores excêntricos e são perseguidos por Conde Olaf que quer tirar deles a herança. A narrativa é envolvente, a história é bem legal, assim como o filme baseado na série. Fazendo uma pesquisa na net pra publicar aqui no blog, descobri que a série inteira pode ser baixada aqui: http://nobrasil.org/desventuras-em-serie/ . Mal posso esperar pra ler os outros!

Depois li O Poderoso Chefão (1969), de Mario Puzo. Don Vito, o Padrinho,  é, essencialmente, um homem justo. Nada recusa aos seus afilhados – conselho, dinheiro, vingança e até mesmo a morte de alguém. Em troca, o poderoso chefão pede apenas o respeito e a amizade de seus protegidos. O livro é muito bem escrito, prende a atenção do início ao fim! Percebi que o filme é bem fiel, até certo ponto ao livro. Recomendo! Pesquisando na internet, vi que foram lançados duas continuações: “A Volta do Poderoso Chefão” (2004) e “A Vingança do Poderoso Chefão” (2006), ambas escritas por Mark Winegardner. E que em 2012 será lançado o livro “The Family Corleone”, escrito por Ed Falco, ambientando em Nova York, nos anos 30, e baseado em um roteiro de Puzo não produzido.

Em tempo: foi lançado o novo livro de Eduardo Spohr, Filhos do Eden. Ainda não li, mas está na lista! 😉

Há uma guerra no céu. O confronto civil entre o arcanjo Miguel e as tropas revolucionárias de seu irmão, Gabriel, devasta as sete camadas do paraíso. Com as legiões divididas, as fortalezas sitiadas, os generais estabeleceram um armistício na terra, uma trégua frágil e delicada, que pode desmoronar a qualquer instante. Enquanto os querubins se enfrentam num embate de sangue e espadas, dois anjos são enviados ao mundo físico com a tarefa de resgatar Kaira, uma capitã dos exércitos rebeldes, desaparecida enquanto investigava uma suposta violação do tratado. A missão revelará as tramas de uma conspiração milenar, um plano que, se concluído, reverterá o equilíbrio de forças no céu e ameaçará toda vida humana na terra. Ao lado de Denyel, um ex-espião em busca de anistia, os celestiais partirão em uma jornada através de cidades, selvas e mares, enfrentarão demônios e deuses, numa trilha que os levará às ruínas da maior nação terrena anterior ao dilúvio – o reino perdido de Atlântida.

A Sombra do Vento

6 abr

Há tempos nenhum livro me empolgava tanto! Desde A Batalha do Apocalipse, que tem uma história excepcional, não havia me deparado com nenhuma outra grande história, daquelas de prender o fôlego!

Pois A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón, merece meus aplausos! Ao término da primeira página já exclamei pra mim mesma “Uau! E isso é só o começo? Imagina o resto!!” Lia a todo o tempo livre: no metrô, no trabalho, em casa… Não conseguia parar de ler quando faltava umas 150 páginas para o fim e o remédio foi terminar de ler o livro madrugada adentro!

O livro começa com o Sr. Sempere levando seu filho de quase onze anos, Daniel Sempere, ao Cemitérios dos Livros Esquecidos. Ele havia acordado em uma madrugada de 1945 assustado: não se lembrava mais do rosto da mãe, que havia morrido anos antes. Decidido, o Sr. Sempere leva Daniel ao Cemitério do Livros Esquecidos, um lugar escondido nas ruas de Barcelona, no qual existe uma infinidade de livros. Livros que os guardiões, como o Sr. Sempere, levam pra lá quando uma livraria fecha, ou quando um livro é simplesmente esquecido. Cada livro tem uma alma, segundo Sempere: a alma de quem o escreveu e as almas dos que o leram; sempre acontece assim: a cada leitor, o espírito do livro cresce e a pessoa se fortalece! E os livros esquecidos ficam ali, esperando cair nas mãos de um novo leitor.

Pela tradição, Daniel, que está visitando o lugar pela primeira vez, pode escolher um livro para si. Daniel então perambula por entre os labirintos de estantes e pára em frente a um “A Sombra do Vento”, de Julian Carax. Tem a impressão de que o livro estava ali o tempo todo esperando por esse momento, esperando por ele. Ao chegar em casa, Daniel não dorme enquanto não termina de ler o livro: o romance relatava a história de um homem que parte à procura de seu verdadeiro pai, cuja existência só descobrira quando a mãe disse suas últimas palavras em seu leito de morte.

Daniel gostou tanto da narrativa que indagou a seu pai, dono de uma livraria, quais os outros livros de Julian Carax. O pai olhou o livro, surpreso: nunca tinha ouvido falar do autor.

Partindo em busca do desconhecido autor, Daniel ouviu rumores de um sujeito estranho que comprava todos os livros do autor para queimá-los.

Ao olhar por uma janela de sua casa, Daniel observou um estranho sujeito na rua: vestia uma roupa escura e fumava tranquilamente. Seus olhos pareciam refletir as brasas do cigarro. O sujeito acenou para Daniel e partiu. Sentindo que o ar lhe faltava, Daniel lembrou-se de uma figura exatamente assim descrita no livro.

Dias depois, em uma fria noite, o mesmo sujeito, entre sombras, o abordou. Queria comprar o livro de Julian Carax, dizendo percorrer o mundo atrás dos exemplares do autor para queimá-los. Sentindo-se ameaçado, Daniel desconversou e o sujeito disse que estaria à espera.

E, assim, um Daniel obcecado parte à procura de detalhes sobre a vida de Julian Carax, envolvendo-se em histórias obscuras do passado enquanto os anos passam e ele próprio vê-se em apuros com o presente. Descobre que o mistério em torno de Carax tem relação com um romance dele em sua adolescência. Enquanto isso, nosso protagonista também se vê às voltas de viver um grande amor. As histórias se entrelaçam de forma a tirar o fôlego! E o perigo realmente mora ao lado.

Recomendadíssimo!

Leituras

28 mar

Estamos em final de março e consegui ler 3 livros até agora. Eles merecem um pouco da sua atenção.

O primeiro foi Olga, de Fernando Morais. Conta a história da vida de Olga Benário Prestes, judia e companheira de Luís Carlos Prestes, durante sua luta no comunismo. O autor fez uma vasta pesquisa para compor esse livro, tão cruelmente rico em detalhes. Uma história de luta e sofrimento que aconteceu em nosso passado recente.

O segundo foi Comer, Rezar, Amar, de Elizabeth Gilbert. Um livro em que a autora conta sua própria história de auto conhecimento. Na Itália, passa 4 meses curtindo a vida e comendo massa. Na Índia, passa 4 meses meditando e passa por um processo de descoberta e cura maravilhoso. Na Indonésia, continua meditando, e se dá a oportunidade de viver uma paixão. Não é uma leitura tão empolgante, mas vale pelo roteiro italiano que você pode seguir um dia e pelo roteiro de meditação, que você também pode seguir um dia.

O terceiro foi De Bagdá, com muito amor, do Tenente-coronel Jay Kopelman e de Melinda Roth. Ganhei esse livro da Fefa e do marido, que sabem que adoro histórias com cachorros. Esse livro conta a história de uma vira-lata iraquiano que foi adotado pour um grupo de fuzileiros e recebeu o nome de Lava. Conta de como Lava trouxe mais humanidade em meio a toda a guerra e da luta pra tirá-lo do país. Empolgante e de fácil leitura.

Achei engraçado que todos os três são histórias reais. Gosto bastante de ler livros e ver filmes nesse estilo.

Saramago

18 jun

“Não sou pessimista. O mundo é que é péssimo.”

Ainda esta semana pensei “Estou devendo um post sobre os livros de Saramago que tenho lido”. Li o primeiro livro de Saramago ano passado. Comecei com As Intermitências da Morte, segui com Ensaio sobre a Lucidez, depois com Ensaio sobre a Cegueira, Evangelho Segundo Jesus Cristo, que terminei essa semana, e vou começar a ler Caim. Em outro momento colocarei minhas impresões e sentimentos ao ler os livros.

Me apaixonei pelo jeito dele de escrever: escrita corrida, quase sem postuação e parágrafos. E também pelas suas idéias e pela coragem de expô-las. Crítico, ora direto ora sarcástico.

Ainda essa semana estava lendo seu blog, Outros Cadernos de Saramago.

Nasceu em 1922, em Portugal, não chegou a concluir o segundo grau por dificuldades financeiras. De serralheiro mecânico, desenhista, funcionário público, editor, jornalista… a escritor ganhador do prêmio Nobel em 1998. Morava nas Ilhas Canárias com sua esposa, desde que seu livro O Evangelho sobre Jesus Cristo foi retirado da lista de concorrentes ao Prêmio Literário Europeu pelo então subsecretário da cultura, em 1993; fato que fez com que ele deixasse Portugal. Morreu hoje, aos 87 anos, de “falência múltipla de órgãos, após prolongada doença (leucemia)”.

Acho que todos nós perdemos muito com sua morte: a ausência de uma mente aguçada e desafiadora, que nos fazia pensar, refletir.

“Tenho uma mentalidade cristã. Os valores dele [do cristianismo] estão em mim empapados. Eu só penso em Deus para criticá-lo, para tentar mostrar o absurdo duma crença que não resolve os nossos problemas, que promete para não se sabe quando.  Ou felicidade eterna, ou castigo eterno: este é outro absurdo. Que crime podemos nós cometer, ou faltas, para que sejamos castigados por toda eternidade no inferno? Isso é absurdo! Nenhum deus inventaria isso, é preciso uma cabeça humana para inventar todas essas coisas.”

Leia outras frases de Saramago aqui.

Leia uma de suas últimas entrevistas aqui.

Leituras recentes

3 mar

Do Natal para cá consegui ler apenas 4 livros, ao menos, todos valeram a pena! Recomendo!

O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry – meu livro de cabeceira de ontem, hoje e amanhã! Acho ótimo relê-lo! Já falei um pouco sobre ele aqui.

Os Contos de Beedle, o Bardo, de J. K. Rowling – um interessante livro da autora de Harry Potter. Aqui, ela mostra a nós, “trouxas”, os contos-de-fada que os pais bruxos contam a seus filhos. Para quem não se lembra (ou não sabe), este livro de contos é citado em Harry Potter.

As Intermitências da Morte, de José Saramago – há muito era curiosa por ler Saramago, mas nunca tive a oportunidade. Assistir ao filme Ensaio sobre a Cegueira só atiçou a vontade. Graças a um amigo, que tem algumas de suas obras, tal desejo será realizado aos poucos. Comecei com As Intermitências da Morte, escrito em português de Portugal_ uma ou outra palavra precisaram ser decifradas. Gostei da história e de seu jeito peculiar de escrever: praticamente um texto corrido, com vírgulas intercalando diálogos e devaneios.

Meias Vermelhas & Histórias Inteiras, de Marcos Donizetti (Doni) – Desde que ouço falar do livro tenho vontade de lê-lo. Consegui agora, graças ao empréstimo do Trotta. Escrita rápida e sagaz. Em alguns contos, fiquei com a sensação de “quero mais”; adoraria ver o desenlace de Meias Vermelhas e Abandono. Divertidos, trágicos, românticos… tem contos pra todos os gostos!

Um exemplar

30 set

Conheci a Fal em 2007, num jantar árabe delicioso promovido pelas “Falmigas”, dentre elas, minha amiga blogueira (oba!) Cláudia Lyra.
A partir de então, comecei a acompanhar seu blog_ apesar de comentar pouco…
Me senti muito feliz ao receber, em casa, um convite para o lançamento do Livro “Minúsculos Assassinatos e  Alguns Copos de Leite”_ chiquérrimo!


E lá fui eu: de marido envergonhado a tira-colo e tudo!
O Café Fazenda estava lotado e a fila pra cumprimentá-la, maior ainda! Mas, esperei, me apresentei, contei de quando comecei a “persegui-la”, contei que adorei receber o convite em casa e adorei quando ela disse “Ah, você é a Marília?”
Saí de lá contente, apesar de estar sem um exemplar do livro (também fiquei babando nos marcadores!)_ mas money que é good nós não have!

Escrevo essas poucas linhas hoje na tentativa de ganhar um exemplar e conhecer a Fal um pouco mais! A Lúcia Freitas lançou essa promoção no seu blog e cá estou eu, aguardando o resultado.

E, já que estamos em ritmo de campanha eleitoral, prometo que, se ganhar (e após ler o livro, obviamente), colocar aqui minhas impressões sobre ele. 😀