Arquivo | setembro, 2007

Ainda no embalo do Dia Mundial sem Carro

25 set

A Companhia de Engenharia de Tráfego liberou a intervenção de artistas gráficos no túnel Ayrton Senna, que dá acesso ao Parque do Ibirapuera, em São Paulo. O recado ‘pegue ônibus’ é uma referência ao Dia Mundial sem Carro, evento internacional realizado anualmente em 22 de setembro.

 

dia mundial sem carro

 

É muito importante buscarmos alternativas para o transporte motorizado. Conscientizar a população sobre a necessidade de combater a poluição do ar, a emissão excessiva de gases que provocam o efeito estufa e estimular políticas públicas de transportes coletivos deve ser meta de cada município brasileiro.

 

Esse tipo de evento não deveria acontecer anualmente. Mas sim, no mínimo, uma vez a cada bimestre. Em dias assim, a população pode aproveitar atrações culturais e esportivas, como caminhadas, passeios ciclísticos e exposições. É hora dos blogs, como meios de comunicação em massa, começarem a dar mais importância para essas datas.

Em tempo: No Dia Mundial sem Carro em São Paulo vi o mesmo número de carros que vejo todos os dias, senão mais!  😕

 

Abaixo, segue o vídeo mostrando o pessoal fazendo a arte gráfica no túnel. O mais legal? Não foi tinta que eles usaram!

Extraído do Jacaré Banguela.

Educação no Trânsito

20 set

Quem mora em centros urbanos não se surpreende mais com os congestionamentos. Parte dos transtornos é causada pelo excesso de veículos – e outro tanto pelo mau comportamento dos motoristas. Aqui faço um parêntesis: de nada adiantam as aulas sobre direção defensiva dadas nos cursos teóricos das auto-escolas se a pessoa, se cada um de nós não tivermos ÉTICA! E ética tem que ser a base do nosso relacionamento! O duro é que ética não se compra nem se encontra na esquina: ou temos ou não temos! A meu ver, tudo se resume a ética_ inclusive o ensinamento de Confúcio e de todas as religiões de não fazer ao outro o que não quer que seja feito a você. É simples! Fecha parêntesis.

Quem descobre quais são os 10 erros de etiqueta no trânsito que estão na figura de cima em comparação com a de baixo? (Já coloquei as respostas, mas tentem não colar!)

A propósito, dia 22 de setembro é o Dia Mundial Sem Carro. Se possível, vá de bicicleta, use o transporte público ou, ainda, pegue uma carona; se nada disso for viável, seja, pelo menos, educado no trânsitosempre!

A propósito, parte 2, devido ao Dia Mundial Sem Carro, São Paulo terá a Primeira Virada Esportiva, que terá início às 14 horas do dia 22 e término às 14 horas do dia 23! A programação será bem legal e diversificada! Para saber mais detalhes, clique aqui!

transito

transito 2

Respostas (da esquerda para a direita):

1. Experimente andar mais vezes de ônibus ou outros transportes públicos.
2. Se você usa celular enquanto dirige, além de cometer uma infração, anda mais devagar e atrapalha o fluxo do tráfego.
3. Não buzine para o motorista da frente sair assim que o farol abrir – ele precisa de tempo para engatar a marcha. Use a buzina somente quando for realmente necessário.
4. Não jogue lixo na rua, tenha um saquinho de lixo no carro.
5. A seta de direção não é equipamento opcional do carro – o motorista de trás e o pedestre que quer atravessar a rua não têm bola de cristal para adivinhar para que lado você vai.
6. Não pare em cima da faixa de pedestres – espere sempre o pedestre atravessar, mesmo que o farol abra e ele esteja no meio da rua.
7. Você fica bravo quando não dão passagem para mudar de faixa? Não dê o troco aos outros, seja cordial e dê passagem.
8. Parar no meio de um cruzamento quando o farol fecha é um dos fatores que causam congestionamentos. Preste atenção se há espaço do outro lado da rua antes de atravessar o cruzamento.
9. Ouvir música no carro é gostoso, mas cuidado com o volume – se estiver muito alto você fica alheio ao trânsito e pode não ouvir a sirene de uma ambulância.
10. Pode reparar: na figura de baixo os motoristas estão dando mais caronas. Isso significa menos carros – e muito menos poluição na sua cidade.

Baseado em Revista Vida Simples.

Aforismos

12 set

Cuma?

A arte do aforismo, sucesso desde a Antiguidade, nada mais é que a reunião astuta de um sujeito, um predicado e uma grande sacada.

Confúcio, Buda e Jesus podem ser considerados aforistas pioneiros. Lembra-se de “amar o próximo como a si mesmo”? Na literatura, Machado de Assis e Clarice Lispector são adeptos notáveis entre os brasileiros. Gente cuja obra dá vontade de ler com uma caneta destaca-texto em punho. “Em cada frase, um clímax”, como brincava a própria Clarice.

Mas há aforismos que, ao contrário, parecem duras constatações sobre a vida, quase pessimistas, como a célebre máxima de Jean-Paul Sartre: “O homem está condenado à liberdade”. Talvez esses sejam os mais instigantes, porque transgridem a perspectiva convencional. “Aforismos provocam o leitor a pensar além, a pensar diferente”, afirma o pesquisador e aforista inglês James Geary, autor do livro O Mundo em Uma Frase – A Breve História do Aforismo.

Mas, claro, máximas podem também ser puramente divertidas. E atraentes. Por isso, eleja seus aforismos prediletos e mantenha-os na ponta da língua. Ouse também – por que não? – criar alguns próprios. Afinal, como dizia Shakespeare, “você faz suas escolhas e suas escolhas fazem você”.

Baseado em Revista Vida Simples.

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Um PS: Sei que o Blog Day já passou, mas não poderia deixar de citar aqui que meu blog foi um dos cinco indicados pelo Neutron, que por sua vez, foi um dos cinco indicados pela Mamy. Precisava agradecer publicamente pela indicação, oras bolas! Mas não vou indicar mais cinco não, pois já se passou meio mês do dia 31 de Agosto… 😉

O Bairro onde moro

10 set

Hoje, dia 10 de setembro faz três anos que moramos (eu + Rô) na Vila Mariana. Um bairro que gosto muito!! Resolvi, então, conhecer a história do meu bairro e contá-la um pouquinho pra vocês_ é claro que também estou aproveitando o fato da Fefa fazer um post sobre um bairro imaginário, assunto que está até virando uma epidemia e contaminando a cabeça dos jornalistas, para falar sobre um bairro que realmente existe; mas é melhor abafar o caso!

Quem está de passagem pela Vila Mariana e repara apenas no aspecto residencial da subprefeitura, pode não imaginar a quantidade de espaços dedicados a esportes, cultura, pesquisa, saúde e educação que existem por ali. Região nobre da cidade, composta também pelos bairros de Moema e Saúde, a Vila Mariana possui uma alta renda média, em torno de R$ 3,6 mil mensais, bem acima do índice do município, que é cerca de R$ 1,3 mil. A economia da região é muito forte, não apenas pelo elevado nível de vida de seus moradores, mas também por abrigar o trecho inicial da Avenida Paulista, logradouro mais importante da cidade e centro financeiro do estado e do país.

Vila Mariana é um distrito localizado na região Centro-Sul da cidade de São Paulo. Servida pela Linha 1 (Azul) e pela Linha 2 (Verde) do Metrô de São Paulo, a Vila Mariana é um distrito de classe média com um perfil ora comercial, ora residencial. O bairro sedia a UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo , antiga Escola Paulista de Medicina e o Museu Lasar Segall, bem como alguns dos mais tradicionais colégios da cidade como o Liceu Pasteur e o Colégio Arquidiocesano.

No bairro, os dados sobre educação são gritantes sobre seu desenvolvimento. Quase 80% dos moradores completaram o Ensino Fundamental, contra 49,9% do município. O Ensino Médio foi concluído por 71,34% da população, bem superior aos 33,68% da média municipal, e os anos de estudo chegam a 12,30. Em toda São Paulo, esse número pára em 7,67. Não à toa, a taxa de analfabetismo é reduzida, atingindo 1,10%, quatro vezes menor que os 4,88% da cidade.

Talvez o espírito empreendedor que marcou o florescimento do bairro possa explicar o grau de qualidade de vida e a quantidade de equipamentos à disposição de seus moradores. “Em 1887, começa a funcionar no bairro o Matadouro Municipal, que o faz progredir. A população aumenta, as oficinas de Ferro Carril se instalam na rua Domingos de Moraes, como também a fábrica de fósforos e a Escola Pública de Dona Maria Petit, inaugurada na Rua Vergueiro”, escreveu em artigo o barbeiro Francisco Villano, o Seu Chiquinho, uma das figuras mais tradicionais do bairro, com 88 anos, ele mesmo filho de italiano. “Com a chegada de muitos imigrantes, o movimento aumentou muito e famílias inteiras vieram habitar as ruas já existentes e outras ruas foram abertas. Fábricas de cerâmica, armazéns, açougues, padarias, floriculturas, quitandas e um hotel surgiram”, relata Seu Chiquinho.

Essa tradição de prosperidade revela-se, por exemplo, no Instituto Biológico, cuja construção começou em 1928 pelo governo do Estado e foi concluída em 1945. O advento do instituto se deu como resultado dos trabalhos desenvolvidos por uma comissão instituída para buscar o controle de uma praga que atingiu os cafezais na época. Com o decorrer dos anos, o Instituto diversificou suas pesquisas também para o campo de pragas e doenças vegetais e animais.

A busca de conhecimento na Vila Mariana pode continuar pelo Teatro João Caetano, um patrimônio cultural com 52 anos de idade, que exibe um cardápio de cinco peças com temática científica. O João Caetano é um simpático teatro, em tonalidades marrom e verde, cuja simplicidade parece aproximar-se da proposta dos teatros ingleses em sua origem, ou seja, de levarem cultura diretamente ao povo. Tem 438 lugares, palco italiano de oito metros por 12, sala para ensaio e curso de teatro. No jardim dos fundos, se encontra uma frondosa árvore da espécie Pau Ferro, plantada na época da construção, que é tratada como uma espécie de xodó pelos coordenadores do teatro.

Para quem gosta de esporte, uma ótima pedida é o Centro Esportivo Ibirapuera Mané Garrincha, na rua Pedro de Toledo, próximo à Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) e ao prédio do Tribunal de Contas do Município. O clube possui quatro salas com equipamentos de ginástica, piscinas, quadras de tênis e um ginásio poliesportivo, em que jogos de vôlei, futsal e basquete se alternam ao longo do dia. Também conta com um ateliê para aulas de pintura, inglês e espanhol e um parquinho para crianças. O Mané Garrincha é aberto à população e encaminha os adolescentes mais aptos para o Centro Olímpico, instalado ao lado, que trabalha na formação de atletas profissionais.

O Hospital do Servidor Público Estadual, na Vila Mariana, é um megacomplexo hospitalar, prestando 80 mil consultas ao mês e mais de mil cirurgias ao mês. Há também o Hospital Dante Pazzanese, especializado em cardiologia, instalado num moderno prédio na área do Ibirapuera. O bairro sedia a Casa Hope, uma ONG dedicada à criança com câncer.

Próximos à Casa Hope, estendendo-se pelos corredores das ruas Rio Grande, Álvaro Alvim e Joaquim Távora, encontram-se uma série de barzinhos, a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e a Escola de Belas Artes, que dão uma atmosfera universitária e jovial àquela parte do bairro.

Dividindo-se entre o histórico e o moderno, as casas de vila e os prédios verticais de luxo, os antigos e contemporâneos institutos de educação, a Vila Mariana ainda preserva algumas curiosidades, como o marco centenário situado na esquina das ruas França Pinto com Domingos de Moraes, e que aponta a distância para Pinheiros e Santo Amaro. Descendo um pouco mais a França Pinto, chega-se à barbearia do Seu Chiquinho, aquele que acompanhou boa parte das transformações da Vila Mariana ao longo do século XX. “Na década de 20, quando passava um carro, a gente corria na janela pra ver, porque o resto eram charretes”, relembra Seu Chiquinho, que pegou ainda a fase em que os tropeiros atravessavam a rua Vergueiro em direção ao Porto de Santos.

O barbeiro só corta o cabelo dos seus clientes ao som de música erudita. Seu Chiquinho contabiliza que, ao longo de 77 anos de profissão, foram 600 mil cortes de cabelo. “Pretendo trabalhar até os 100 anos, com saúde”, diz ele. Defronte à barbearia, no outro lado da calçada, está plantada há 100 anos uma árvore, da espécie Nogueira Canadense, para a qual Seu Chiquinho aponta com orgulho. Afinal, na rua, só ela tem mais tempo de história do que ele.

História essa que exala até o antigo Matadouro Municipal, que funcionou de 1854 a 1927, e onde há 12 anos está instalada a Cinemateca Brasileira, numa área cedida pela Prefeitura. Dois dos três galpões foram reformados mantendo o estilo original do matadouro. Em um deles funciona a área de documentação, que inclui materiais privados, como os do cineasta Glauber Rocha, e uma biblioteca rica em títulos da área cinematográfica. O outro galpão foi aproveitado como sala de exibição, que preza por filmes e debates que estejam à margem do cinema comercial, mas que nem por isso radicalizem o aspecto alternativo. Para melhor atender ao público, o terceiro galpão está sendo restaurado, numa parceria com a Petrobras e o BNDES, para ser transformado em uma nova sala de cinema.

São impressionantes o trabalho e os equipamentos para restauração e preservação dos filmes nacionais, que representa a principal tarefa da cinemateca. Assim, quatro depósitos climatizados armazenam 200 mil estojos de filmes. Tendo à frente o diretor-executivo Carlos Wendell de Magalhães, a cinemateca foi aprovada por profissionais da Alemanha para sediar, em abril do ano que vem, o Congresso da Federação Internacional de Arquivos de Filme, o primeiro a ser realizado no Brasil. Participa, ainda, do circuito da Mostra Internacional de São Paulo, e desenvolverá projetos direcionados a estudantes e professores – por meio do Cinema Escola – com capacidade para atender a 27 mil alunos.

Não bastassem todos esses equipamentos, a Vila Mariana ainda tem o privilégio de sediar no seu território o Parque do Ibirapuera, passagem obrigatória de todo paulistano ou não que deseje desfrutar de lazer natural no meio da vida urbana da cidade. Aí, já é uma nova história…

Vila Mariana

http://pt.wikipedia.org/wiki/Vila_Mariana
http://portal.prefeitura.sp.gov.br/subprefeituras/spvm/dados/historico/0001

 

Patch Adams II

6 set

Dia 03 de setembro conheci uma das pessoas mais admiradas por mim: um médico palhaço (e não um palhaço de um médico).

Sim, conheci Patch Adams, o verdadeiro, o original. O médico que ficou mundialmente conhecido pelo filme homônimo, na pele de Robin Willians (para mais informações sobre o filme, clique aqui).

patch

Assisti a uma palestra, com mais 1199 pessoas no Club Homs, na Paulista_ no primeiro horário da palestra, também estavam presentes outras 1200 pessoas, e no Workshop (ao qual não fui por falta de dimdim) mais 800 pessoas.

Na palestra, Patch falou sobre sua vida; sobre os palhaços e suas atuações em hospitais, guerras e em vários outros locais; mostrou um pequeno vídeo sobre tais atuações para que pudéssemos conhecer não só as palhaçadas, mas também a miséria espalhada pelo mundo. Falou mal do Bush (e contou-nos que é ameaçado de morte nos EUA por causa de declarar publicamente que Bush é um nazista). Mas o que ele falou de mais importante foi que devemos ter amor pelas pessoas. Ter o brilho nos olhos característico de quem ama. Ser bem-humorado e levar alegria às pessoas: no elevador, no estacionamento, no trabalho, na família, na vida!

Argumentou que não há nenhuma pesquisa científica que comprove que a seriedade traz benefícios. Mas há várias pesquisas que mostram que o riso e o bom-humor melhoram a qualidade de vida e o bem-estar.

Mostrou-nos o quão poderosa é a mídia, que inverteu nossos valores, fazendo-nos pensar que TER um Mercedes é o essencial da vida, e não mais o SER, o FAZER. Triste, pois sabemos que a maioria das pessoas é assim MESMO!!

Falou sobre o filme, que embora se baseie em sua vida, não chega a ser tão empolgante quanto. Contou-nos que os produtores arrecadaram milhões com o filme e prometeram ajudá-lo a contruir seu hospital dos sonhos, que atenderia todas as pessoas do mundo que quisessem ser atendidas. Mas tal ajuda não veio até hoje.

Enfim, foi uma conversa muito boa. É isso, foi uma conversa, um bate-papo. Capaz de nos fazer lembrar do que realmente tem valor na vida.

Ao final, um grupo de “palhaços” de Sampa pediu uma foto com ele. Ele pediu nossa autorização para tal, pois sendo “comunista real” (“como Jesus Cristo o fora”) seria uma injustiça privilegiar alguns em detrimento de todo o restante da platéia. Aprovação dada, os palhaços subiram ao palco. Patch propôs-lhes tirar uma foto verdadeira, e não a foto chata de sempre. Ou seja: que todos abaixassem as calças e mostrassem a bunda. Não para a platéia, mas para os fundos do palco, onde estaria a fotógrafa. Para encorajá-los, Patch virou-se para o fundo do palco, abaixou as calças e mostrou a bunda para a platéia (como no filme, em sua formatura). Não preciso dizer que os aplausos foram vários e que surgiu em todos a vontade de se libertar das amarras sociais e fazer o mesmo. Enfim, a foto com todos de bunda de fora foi tirada e a noite tão esperada por mim chegou ao fim.

Se houver uma próxima vez, irei ao Workshop. Deve valer à pena!

  • Essa foi a segunda vez que veio ao Brasil; a primeira foi em 2005.
  • Para ler a entrevista de Patch à Veja em 2004 clique aqui.

As Sete Maravilhas Paulistanas

4 set

Não sei se por desinformação minha, mas eu nem fiquei sabendo que ocorreu um concurso aqui em Sampa para a escolha das sete maravilhas da capital. A eleição foi promovida pela Rádio BandNews FM e a votação foi feita através de e-mails durante o mês de julho.

Entre os concorrentes estavam não apenas lugares ou monumentos, mas também personalidades e manifestações culturais típicas da cidade. Por isso, foram verificados votos curiosos, como “a própria mãe” e um motel da cidade. 😯

O PARQUE IBIRAPUERA foi escolhido por parte da população como a principal maravilha paulistana. O local ficou em primeiro lugar desde o início da promoção. As outras maravilhas eleitas foram: a avenida Paulista, a rua 25 de Março, o Mercado Municipal, os shoppings centers, a pizza e o Museu do Ipiranga.

O resultado foi divulgado no final de agosto em cerimônia na marquise do próprio parque com a presença do prefeito Kassab, de secretários municipais, de representantes de associações comerciais e outras autoridades da cidade.

Não concordei com a eleição da 25 de Março (pois aquilo, pra mim, é só um amontoado de gente, loja e camelô; muito estressante, por sinal) e nem de Shoppings (fala sério, não?). Também achei que foi pouco divulgado… mas anyway. E você? O que achou?