O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro foi eleito umas das Sete Novas Maravilhas do Mundo (eu votei, nhá nhá nhá nhá… :P), em terceiro lugar. A estátua do Cristo Redentor possui cerca de 38 metros de altura e fica no topo do morro do Corcovado, no Rio de Janeiro, que está a 740 metros acima do nível do mar. O projeto, feito de pedra-sabão e considerado patrimônio histórico desde 1937, é do engenheiro Heitor Silva Costa, com colaboração do escultor francês de origem polonesa Paul Landowski. O desenho final é do artista plástico Carlos Oswald.
As outras seis novas maravilhas são: a Grande Muralha da China (primeiro lugar), o monumento de Petra, na Jordânia (segundo lugar); a cidade inca de Machu Picchu, no Peru (quarto); a pirâmide de Chichén Itzá, no México (quinto); o Coliseu de Roma, na Itália (sexto); e o Taj Mahal, na Índia (sétimo).
Os nomes dos vencedores foram revelados neste sábado (7) na cerimônia de anúncio do concurso, realizada em Lisboa (Portugal).
O concurso, promovido por uma fundação suíça, recebeu votações pela Internet e por mensagens telefônicas. Ao total, o concurso recebeu cerca de 100 milhões de votos.
A iniciativa não tem apoio unânime e a Unesco, que se dedica ao patrimônio mundial, decidiu não participar do evento. De origem privada, o projeto pretende completar a lista das sete maravilhas definidas por volta de 200 a.C.
As Sete Maravilhas da Antigüidade foram escolhidas pelo historiador grego Heródoto e são: o templo de Ártemis, os jardins suspensos da Babilônia, o mausoléu de Halicarnasso, o colosso de Rodes, o farol de Alexandria, a estátua de Zeus e a grande pirâmide do Egito. Somente esta última existe até hoje.
A crítica ao concurso_ e a contestação à eleição do Cristo Redentor_ ecoou em jornais da imprensa européia. O jornal espanhol “El Mundo” aponta para o fato de que o Brasil tem 188 milhões de habitantes, o que significa um potencial de votantes muito maior que a Espanha ou a Grécia. O jornal francês “Le Figaro” fez crítica ao número oficial de votantes: “o ‘direito’ estava limitado a um voto por endereço eletrônico, nada impedia de utilizar vários endereços por pessoa e multiplicar da mesma forma os votos por mensagens de celular para ‘rechear as urnas’ virtuais.” O alemão Berliner Zeitung afirma que dificilmente a lista se firmará, visto que vários países do mundo ficaram de fora da pré-seleção dos monumentos.
E vocês, o que acham de tudo isso?