Arquivo | fevereiro, 2007

Bixo

26 fev

Dia desses me deu uma saudade… saudade de ser bixo.

Parece que foi ontem que entrei na faculdade.

Sempre quis a área de saúde. Medicina, para ser mais exata. Me encanta a possibilidade de fazer algo pelo outro, assim como me encanta o corpo humano. Acho fascinante o funcionamento do cérebro, o concatenamento dos órgãos, o caminho das palavras no nosso cérebro até chegarem à boca (alguém já parou para pensar em como tudo isso acontece?). Fantástico!

Mas, enfim, após três anos de cursinho realizados com esforço, pero no mucho (porque não sou de ferro), estava cansada de prestar Medicina e sempre morrer na praia. Fui atrás de outros cursos que me interessassem. Uma amiga estava no primeiro ano de Fonoaudiologia, me interessei pelo curso e arrisquei. E passei. Primeiro lugar na USP, terceiro lugar na Unicamp e sétimo lugar na Unifesp. Fiquei com a Unifesp por me sentir melhor acolhida e pela facilidade do acesso (via metrô).

Dia da matrícula: vim sozinha de Poços para São Paulo e fiquei na então casa do meu gatinho, que matou o dia de serviço para me acompanhar (achei lindo!). Desembarcamos no metrô Santa Cruz, mapinha na mão, descemos a Rua Pedro de Toledo até a Atlética da universidade. Um tumulto na porta: pessoas sendo pintadas, fotos, comemorações, risos e choros.

Vem a pergunta: “É caloura?” Sim. “De que?” De Fono. “É caloura de fono! EEE! Aê, caloura! Parabéns! Vai fazer a matrícula primeiro e depois vem pra cá, hein? Não foge não!” Entramos na Atlética, entreguei uns documentos, assinei outros; matrícula feita! Demos uma volta pelos estandes montados no local, que vendiam camisetas, adesivos, agenda e outras coisas com o logo da faculdade. Sem dinheiro, Fica pra depois, era o que dizia; meu gatinho até ofereceu dimdim, mas melhor deixar pra depois mesmo.

Saí da Atlética com meu guarda-costas particular! Pra quem não conhece o Rô, eu explico: ele é relativamente alto, forte e gorduchinho. Bota a maior panca! E ainda saiu de braços cruzados com cara de mau! As veteranas, meio amedrontadas perguntaram a ele se podiam me pintar. Ele disse que eu era quem decidiria. Elas perguntaram: “Podemos te pintar?” Eu poderia ter dito que não. Mas qual é a graça de passar numa faculdade e não ser pintado? Sair incólume, sem vestígios da sua entrada no mundo universitário? Para mim, nenhuma. Pode, pode pintar! “EEE!” E pintaram rosto, cabelo, braços, camiseta (que era branca, mas ficou esverdeada) e calça jeans (que ganhou duas mãos verde-azuladas na bunda e nunca mais ficou sem elas). “Pronto caloura! Pode ir embora! Nem precisa fazer pedágio não!” (tenho certeza que não me fizeram pedir dinheiro no semáforo devido ao meu guarda-costas particular).

Subimos para o metrô: eu e meu guarda-costas. Em cima do metrô há um shopping. Fui no banheiro desse shopping e lavei o rosto e os braços, para tirar o excesso e entrar no metrô sem chamar muito a atenção. Voltamos para casa.

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Primeiro ano é uma coisa muito boa, e muito especial! É uma nova vida, uma nova etapa. Novos amigos e professores. Nova cidade, no meu caso. Novas experiências. Morar com o namorado. Novos conhecimentos. Novo estilo de vida: ter que fazer meu próprio café-da-manhã ao invés de encontrá-lo pronto foi difícil no começo, cuidar da casa ainda é um desafio (risos). Entrada para a vida adulta com os dois pés ainda na juventude.

Faculdade é algo muito bom! Acho que é a melhor fase da vida! Você aprende, se diverte, tem responsabilidades, mas não tantas. Nos quatro anos de facul aprendi a amar minha profissão! Trabalhar em grupo, atender a pacientes, estudar para as provas, festejar, curtir.

Me formei em dezembro do ano passado… chorei horrores. Era uma vitória, mas ao mesmo tempo uma despedida; dos amigos e da juventude, de uma certa forma, irresponsável. Que saudades!

Todo esse sentimento foi despertado em mim porque este mês foi matrícula dos calouros. Não fui pintar ninguém, mas, como moro próximo à faculdade e continuo nela cursando especialização, presenciei vários bixos fazendo o mesmo caminho que fiz, há tempos. Uns descendo a Pedro de Toledo e perguntando a “veteranos camuflados”: “Onde é a Atlética da Unifesp?” “É caloura? EEEE caloura!!!” Outros subindo pintadérrimos. Olhei para uma menina que subia, toda pintada. Quis dizer-lhe meus parabéns, aproveite, é muito bom, é a melhor fase da sua vida! Mas tudo o que consegui for sorrir imensamente. Talvez ela tenha achado que estava rindo dela, e não para ela. Fazer o quê?

Mas esses fatos me trouxeram à tona a delícia que é a faculdade, com os prazeres de cada ano: calouro, segundo ano, semi-deuses (como são chamados os terceiro anistas, na minha faculdade) e deuses! Os formados são chamados, carinhosamente, de velhos. Sou uma Velha. Com saudades esmagadoras do meu tempo de faculdade. Foi a melhor época da minha vida, e jamais a esquecerei.

Esse post me emocionou, de verdade.

Enchente no décimo andar

23 fev

Gente, preciso contar o desastre que aconteceu aqui em casa nesta “quarta-feira 21″…

Resolvi que precisava colocar umas roupinhas na máquina de lavar, pois já fazia mais de uma semana, senão as roupas acumulam e fica uma beleza!

Coloquei as roupas, liguei a máquina e vim para a sala, mexer no computador. Navega de lá, bloga de cá, posta fotos acolá… sempre com os pés apoiados na mesinha do computador.

Me canso da posição e coloco os pés no chão: splash, splash. É o barulho que ouço ao executar o movimento, seguido da sensação de pés molhados. Olho para o chão, vejo uma poça d´água. Penso: de onde veio essa água? Olho para o teto: mas não choveu para infiltrar água desse jeito (moro no último andar). Olho ao meu redor: corredor que liga a cozinha à sala alagado. Vou até a cozinha: alagada. Área de serviço, ao lado da cozinha, onde fica a máquina: alagada. Tanque que fica ao lado da máquina de lavar, que é onde se situa o cano responsável por escoar a água da máquina de lavar: alagado e com aquele-negócio-que-serve-pra-tampar-o-ralo-de-pia tampando o ralo.

O.o

Eu simplesmente me esqueci de tirar o ralo do tanque. E o dito cujo foi enchendo, enchendo, enchendo, transbordando, transbordando, transbordando; e eu só fui perceber quando a água chegou na sala! Pior: só tem ralo no chão da área de serviço e a cozinha fica um degrauzinho acima do corredor. Portanto, dava para puxar para o ralo apenas a água da cozinha e da área de serviço; a da sala e do corredor não dava para puxar para lugar nenhum… tinha que tirar no paninho… Fiquei desesperada! Chamei o faxineiro do prédio, o “seu” Francisco, pra me ajudar a limpar a bagunça, senão iria demorar muito para limpar tudo! Ele me deu a maior ajuda! E me disse que isso já aconteceu várias vezes em outros apartamentos (ê laiá!).

Que meleca! Acho que nunca mais esquecerei de tirar o tampão do ralo…

Esse fato me fez pensar nas pessoas que sofrem com as enchentes e perdem o pouco que possuem. Deve ser muito triste e desesperador ver a água subindo e não ter o que fazer.

Carnaval

21 fev

Esse final de semana realizei um de meus sonhos, mais precisamente no dia 16: fui assistir a um desfile de escola de samba!
Fomos (eu + + Fefa) no sambódromo do Anhembi, aqui em Sampa, assistir ao primeiro dia do desfile das Escolas de Samba do Grupo Especial!!

Carnaval

A ansiedade era tanta que chegamos super-cedo ao local (19 horas), mas foi bom pois pudemos escolher nosso lugar.Tiramos mais de 300 fotos do dia, desde os nossos preparativos, passando por cada uma das 7 escolas que desfilaram, até nosso café-da-manhã no dia seguinte, às 7:30 da manhã, após mais de 24 horas acordados. As fotos podem ser vistas no Meu MultiplyFotos – na última página de fotos tem oito sub-pastas sobre o Carnaval.

E tinha de tudo lá: farofeiros, mulher de peruca pink… Porta-Bandeira (Rodo) dos Garis…

E comemos tanta besteira: salgadinho, bolacha, chocolate… regados a cerveja, refri e água.

Chegamos a achar que a chuva ia estragar a festa, pois enquanto nos dirigíamos ao local caiu uma chuva pesada. Compramos capa de chuva, mas foi só colocá-la que a chuva parou. Ainda bem!

Mas tava frio… tão frio que fiquei resfriada (e estou até o momento)… devia ter colocado a capa para me aquecer um pouquinho…

Mas, olha: é emocinante e lindo assistir a um desfile ao vivo; você só não consegue ver muitos detalhes, a não ser que leve um binóculo.

E, se tudo der certo, ano que vem realizarei outro sonho: desfilarei pela escola Unidos de Vila Maria, com o Rô e outros amigos igualmente empolgados!
Comecei a frequentar os ensaios dessa escola no final do ano passado, por intermédio de um amigo… e me encantei com a amizade, organização e folia da escola. Vê-la desfilar foi muito bom, bem diferente do que vê-la nos ensaios. Foi vice-campeã esse ano! Quem sabe o campeonato virá ano que vem?!

Tênis x Frescobol

15 fev

Bem, nesse último final de semana fomos para Poços, para, entre outros motivos, fazer nosso Curso de Noivos… 😛
Escolhemos fazer na própria capela onde iremos nos casar… ela é regida por freis… (Gentem, adorei os freis! Achei as atitudes e falas deles muito gostosas! Mais legal que os padres que conheço…). Foi no sábado a tarde toda (das 14:30 às 21:30), mas teve difeito a lanchinhos e tudo o mais_ comemos moooito! 😉 .As primeiras palestras foram mais legais… as últimas foram conservadoras demais… Mas, valeu!
Uma das coisas que o Frei disse foi um trecho de um texto de Rubem Alves, do qual gostei muito. É um pouco longo, mas é muito bonito, compara o casamento aos jogos de tênis e de frecobol.
Transcrevo aqui esse trecho pra vocês:

Tênis x Frescobol

“Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que os casamentos são de dois tipos: há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.

Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzsche, com a qual concordo inteiramente. Dizia ele: ‘Ao pensar sobre a possibilidade do casamento cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: ‘Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até a sua velhice?\’ Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar.’

Xerazade sabia disso. Sabia que os casamentos baseados nos prazeres da cama são sempre decapitados pela manhã, terminam em separação, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente, terminam na morte, como no filme O império dos sentidos. Por isso, quando o sexo já estava morto na cama, e o amor não mais se podia dizer através dele, ela o ressuscitava pela magia da palavra: começava uma longa conversa, conversa sem fim, que deveria durar mil e uma noites. O sultão se calava e escutava as suas palavras como se fossem música. A música dos sons ou da palavra – é a sexualidade sob a forma da eternidade: é o amor que ressuscita sempre, depois de morrer. Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras. E contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo: ‘Eu te amo, eu te amo…’ Barthes advertia: ‘Passada a primeira confissão, ‘eu te amo\’ não quer dizer mais nada.’ É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética. Recordo a sabedoria de Adélia Prado: ‘Erótica é a alma.’

O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada – palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.

O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra – pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir… E o que errou pede desculpas; e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos…

A bola: são as nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonho pra lá, sonho pra cá…

Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada. Camus anotava no seu diário pequenos fragmentos para os livros que pretendia escrever. Um deles, que se encontra nos Primeiros cadernos, é sobre este jogo de tênis:
‘Cena: o marido, a mulher, a galeria. O primeiro tem valor e gosta de brilhar. A segunda guarda silêncio, mas, com pequenas frases secas, destrói todos os propósitos do caro esposo. Desta forma marca constantemente a sua superioridade. O outro domina-se, mas sofre uma humilhação e é assim que nasce o ódio. Exemplo: com um sorriso: ‘Não se faça mais estúpido do que é, meu amigo\’. A galeria torce e sorri pouco à vontade. Ele cora, aproxima-se dela, beija-lhe a mão suspirando: ‘Tens razão, minha querida\’. A situação está salva e o ódio vai aumentando.’

Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão… O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.

Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem – cresce o amor… Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim…”

Fonte: http://www.rubemalves.com.br/tenisfrescobol.htm

 

Aniversário Bloguístico

14 fev

Apesar deste blog ter nascido em Janeiro deste ano (2007), minha estada no mundo bloguístico comemorou 2 anos este mês (fevereiro), mais precisamente no dia 09.
Fiz uma seleção dos melhores (ou menos piores) textos publicados nestes dois anos (do dia 09/02/2005 ao dia 09/02/2007), como forma de comemorar o aniversário. Como foi difícil escolher! Acabei escolhendo textos que foram marcos, textos que gostei de escrever, textos divertidos. Mas ficou muita coisa de fora!
A quem quiser relembrar, ou ver pela primeira vez, fique à vontade! A quem tiver preguiça, também! E fica a gosto do freguês, ops, do leitor: podem comentar tanto aqui, quanto nos textos citados…

Então, aí vai a minha Lista TopTop:

1- Início
2- Textinho Dadaísta
3- Reflexões
4- A Cor do Brasil
5- Chamas
6- Não deu certo
7- Eu
8- Não, não morreu
9- Não sou robô
10- A morte da Sombra da Lua
11- Crônicas de uma bêbada
12- Crônicasa de uma bêbada-Parte 2
13- Conto: O Relógio e a Geladeira
14- Love in the Afternoon
15- O Cúmulo da Preguiça
16- Dia dos Namorados
17- 9ºFestival do Japão
18- Acontecimento hiper-over-mega-plus importante
19- Coisas de Fono
20- Primeira Grande Frase do Ano
21- Hello World!
22- Dia D (ou quase!)
23- Stitcha
24- peDepesapefipeo
25- Segunda Grande Frase do Ano

Cinco coisas que me deixam feliz

12 fev

Demorou, eu admito. Como é difícil, pra mim, reservar um tempo para me auto-analisar. E olha que não foi nem um pouco difícil elencar as cinco coisas que me deixam feliz. Talvez seja apenas falta de hábito, afinal, se auto-analisar só faz bem. O importante é que saiu! Já tenho outros assuntos para mais três posts (só falta botar no papel, ou melhor, no blog), mas não poderia adiar esse ainda mais.

E aqui vai minha listinha:

1. Ficar com meu gatinho. Curtir sua companhia, seus mimos e afagos, suas frases hilárias… Bom tomar um cafezinho com ele. Bom ganhar torta de limão de surpresa quando estou triste. Muito, muito bom mesmo viver dia-a-dia ao lado dele. Temos vivido praticamente em lua-de-mel, e já faz um tempão! Ô trem bão_ como diria meu mineirinho de “PosdiCalda”.

2. Ficar na presença de pessoas queridas e amadas. Familiares, amigos… Curtir momentos felizes juntos, compartilhar momentos bons e maus, poder contar com o apoio delas. Sair para tomar um cafezinho para espairecer as idéias ou apenas como um pretexto para se encontrar. Até mesmo compartilhar a vida virtualmente, num blog. Essas pessoas são os maiores e mais preciosos bens que carregamos conosco.

3. Aprender coisas novas e transmitir a outros novos conhecimentos. Como esse duo me faz sentir um bem-estar tremendo. Estou sempre buscando mais saber, mais informação; e procuro sempre ajudar a quem posso. Se houver um cafezinho, melhor.

4. Assistir filmes, ler livros, ouvir músicas e passear; resumindo: lazer. O vício por filmes herdei (e aprimorei) do Rô_ aprimorei sim, do meu ponto de vista, pois curto ver qualquer novo bom lançamento que pinta nas telonas, sem deixar de rever tudo de bom que passa nas telinhas; já o meu gatinho é bem mais seletivo do que eu (o que também é bom). Ler livros vem de berço, sempre fui super incentivada por meu pai_ mas não chego a ler metade do que ele lê. Ouvir músicas me distrai, me acalma, me agrada. Passear, sair é bom demais; quebra a rotina, renova os ares. Sair para tomar um cafezinho também é uma ótima pedida! E, de preferênicia, sempre com o Rô!

5. Sonhar. Sonhar com o futuro, com dias melhores. Sonhar com uma vida nova. Fazer planos e mais planos. Quantas noites eu e o Rô já não passamos conversando sobre nossos sonhos, e planejando, viajando. Já pensamos até em, quando tivermos muito dinheiro, comprar uma cafeteria bem aconchegante.

Bem, essa é a minha listinha. Acho que tudo se encaixa nesses cinco ítens. E só os separei para ficar mais didático, pois na prática eles estão todos entrelaçados.

Agora, me diz: quem resiste ao perfume de um bom café?

Café

Segunda grande frase do ano…

9 fev

[vide Primeira grande frase do ano]

Bem, não sei se vocês repararam, mas nas fotos do post Stitcha dá para ver, ao fundo uma árvore de natal. 😛
Pois é, em pleno mês de fevereiro, quase Carnaval, ainda não desmontei minha árvore.
Motivos? 1- Porque adoro árvore de Natal. 2- Porque demorei para montá-la (só o fiz dez dias antes do Natal). 3- Porque tenho preguiça, mas muita preguiça mesmo, de arrumar a casa.
Aliás, acho que NINGUÉM MERECE arrumar uma casa. Dá um puta trabalho e, no dia seguinte, o pó já começa a tomar conta, de novo! Não quero dizer com isso que não varro minha casa dese antes do Natal… Acho que ela viu uma vassoura no meio do mês de janeiro… e limpei o banheiro (sim, porque esse não dá para enrolar, mesmo!) semana passada.
No início desta semana estava me sentindo culpada e triste pela casa estar uma bagunça 😦 (vejam bem: eu odeio limpar casa, mas fico triste por não vê-la arrumada. Não que isso me dê forças para limpá-la; não, não mexi um dedo após o sentimento de culpa… mas já me programei para fazer A faxina no Carnaval, pois ficarei sozinha em casa enquanto o Rô irá trabalhar).
Voltando do parênteses (que ficou gigante!), estava me sentindo triste pela bagunça e pelo acúmulo de pó (e por não ter grana sobrando pra contratar alguém que limpasse minha casa de quinze em quinze dias). O Rô me vendo nesse desânimo, indagou o motivo; eu expliquei. Ele disse que não vale a pena se desgastar por isso, nem desanimar, nem ficar triste. Eu concordei, afinal, se todos os problemas do mundo se resumisse a limpar uma casa, estaríamos feitos! Aí, ele completou:

_Mas você poderia, pelo menos, desmontar a árvore de Natal, né? Afinal, daqui a pouco é Páscoa! Assim, o coelhinho vai ficar sentido!

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK…

Gentem! Ninguém merece essas tiradas! Ri muito, muito, muito!
O desmonte da árvore ficará, também, para o Carnaval… afinal, não quero correr o risco de não ganhar chocolate por birra do Sr. Coelhinho! 😉