Crônicas de uma bêbada…

23 jan

Bem, era um dia festivo, no mês de Janeiro do presente ano. A festa foi surpresa… proporcionada pelo noivo mais “tudo” do mundo! Amigos presentes (embora alguns não gostassem muito do tipo de música _um rock´n´roll do bom_, o que glorifica mais ainda a presença deles!), alguns outros amigos não puderam comparecer (mas estão perdoados) e outros (futuros fonoaudiólogos, seres que deveriam primar bela boa comunicação) não avisaram ao meu noivo se iriam ou não (mas, de minha parte, também estão perdoados; já da parte do noivo….). O cantor estava um pouco desafinado, fato que não diminuiu nem um pouco a alegria da surpresa e a cara de idiota, sim, pois é horrível ser a última a saber… As bebemorações estavam em alta e já havia sido ingerido meia caipirinha, dois V8 (uma bebida servida pegando fogo, acompanhada de meia laranja, composta por 8 tipos de destilados) e uma tequila (que, pra quem não conhece, vale experimentar, com muito sal e limão… Arriba! É um das minhas bebidas favoritas…). Havia ganho até um pedaço de bolo de coco, pois uma gentil aniversariante da mesa ao lado me doou um pedaço de seu bolo, possibilitando, assim, que eu ingerisse alguma glicose. E cantaram até “Parabéns” para mim… sim, o noivo foi dizer meu nome ao cantor da banda, que o pronunciou em alto e bom tom, e iniciou a cantoria, acompanhado do solo da guitarra e das palmas dos amigos.

Nesse contexto, o gentil noivo, sabedor de minha paixão por dançar, me puxou para a pista, na qual dançou comigo um gostoso rock estilo anos 60, com direito a rodopios na pista e tudo o mais. Embora o teor de ingestão alcoólica dele fosse igual ao meu, eu estava mais… zonza, vamos dizer assim. Me recordo que eu implorava a ele que rodopiássemos mais devagar, que eu estava muito zonza e iria cair, e ele me dizia que, se fôssemos mais devagar, estaríamos parados na pista… ou seja, ele já estava girando devagar, mas o álcool fez paracer a mim que estávamos numa velocidade estonteante. Fomos nos sentar à mesa, e senti um incômodo no meu dedão esquerdo. Falei, então, ao noivo, em meio a gargalhadas, que minha unha tinha quebrado e estava sangrando (mostrando meu dedo realmente rubro de sangue) e que iria sentir dor no dia seguinte, achando tudo aquilo, é claro, muito, muito engraçado…

Continua no próximo… senão fica muito extenso, e tem gente que tem preguiça de ler longos textos, né?

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Comentários

Adivinhou, Rick!!
Ma | 11/02/2006 22:58

Sou eu quem tem preguiça de ler textos longos! Beijo!
Ricky | 07/02/2006 13:44

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Uma resposta to “Crônicas de uma bêbada…”

  1. Rodrigo 14/02/2007 às 14:20 #

    Memoravel mesmo!

    Não é?

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